quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ah! os filmes...

Hmmm... sem desculpas. Estou oficialmente de férias há dois dias, mas não apareço no trabalho há uma semana. Abonos, folgas, trabalho dobrado em três fins de semana...Acabou valendo a pena. Estou fazendo minha atividade favorita: cultivando o ócio. Por dois dias, foi ócio produtivo: caligrafei convites de casamento (um dia, aprendo!). Mas depois...potato couch! Conhece a expressão? Sabe aquele típico habitante do hemisfério norte do nosso continente (não vou explicitar, espero que você tenha entendido), que passa a vida diante da televisão, comendo batata frita? Hã... culpada! Em minha defesa, rolou chili americano (ops!), sopa, cachorro quente (cada um em um dia!), batata frita, geléia de mocotó, biscoito com gergelim, kiwi, maçã (não vivo só de porqueira!), pão integral com peito de peru (viu?!) e... água! Estou bebendo uns 3 litros de água (será que estou com diabetes??? não vou fazer exame nenhum. Finalmente aprendi a beber água!) Bom, amanhã tenho consulta com a nutricionista e nem quero ver o estrago!!!!
Nesse meio tempo, óbvio, não fiquei só comendo (acredite). Re-assiti alguns filmes. Impressionante como alguns filmes conseguem resgatar as mesmas emoções de quando os vimos pela primeira vez. Uma cena que não esqueço é a que Jude Law aparece pela primeira vez em O amor não tira férias. Ele aparece na casa da irmã, que não está em casa, mas sim Amanda (assista o filme e poupe os meus dedos), ela abre a porta e tcharan! Duas outras marcam: quando ele segura no rosto dela e beija pra valer (uiu, uiu!) e quando ele coloca os óculos. Sério, eu não entendia o alvoroço em torno do carinha, nunca tinha assistido um filme com ele, até esse dia (tá, nunca assisti outro também). Depois, no mesmo filme, aquela história de pai viúvo... Não tem como não derreter o coração! Pra quem não lembra, olhe aí! Eu só queria ter achado a foto com óculos...




Outro filme tdb (tudibom) é Fim de Caso. Imagine alguém que está tão magoado que resolve escrever uma história de ódio e não de amor, como ele mesmo define no começo do livro. E imagine um autor católico colocar em um livro a biografia do seu adultério... foi o que Graham Greene fez. Para ele, é do pecado que surge a graça - foi batizado depois dos 20 anos. Uma frase marcante é: "Eu media o amor pela extensão do meu ciúme. Como ele era sem fim, meu amor era infinito também”. Frase pra se pensar, dentro do filme (e na vida, também), é essa: “Não faça promessas, você pode ter que cumprí-las”. Acho que o fim - não sei se condizente com o que aconteceu mesmo, ou se ele só conseguiu acabar o caso, deve ter sido difícil para o Graham escrever: "Ó meu Deus, já fizeste bastante, já me roubaste bastante, sinto-me por demais cansado e velho para aprender amar, deixa-me em paz para sempre."







Outro filme super-gracinha é Um Lugar Chamado Notting Hill. Tenho memórias ótimas ao assiti-lo - foi lançado em 1999, assim que eu voltei do intercâmbio de 4 semanas em Londres, que eu ganhei de presente de formatura. As casas geminadas são muito parecidas com a que eu morei, dá pra fechar os olhos e lembrar da posição da sala, da cozinha, dos quartos... ver as windows-bay e ver as ruas... Então, além da trilha sonora, eu relembro Londres, os cheiros e os gostos (passar na frente do Ritz pra ir pro pub!). Aquela frase na livraria que ela o desarma: "Não esqueça que eu sou apenas uma garota, parada na frente de um rapaz pedindo a ele que a ame". Sem contar que aquele finzinho, com o Hugh Grant lendo um livro no banco do parque com a Julia Roberts deitada no colo dele - a imagem da perfeição da vida a dois... Muito fofo!




Daí, num dia que não tinha absolutamente nenhuma reprise, nenhum seriado pra ver, eu já tinha visto The Vampire Diaries S1E6, Grey's Anatomy S6E7, lembrei dos meus DVD's. Tinha um fechado, ainda: "O Resgate do Soldado Ryan".  Uma vez ouvi que tem a maior sequência de guerra de todos os filmes. Aproveitei pra curtir o som do home theater. Fan-tás-ti-co! As ondas do mar arrebentando... os tiros de metralhadora! Muito bom! Curto demais a parte que eles acham o Ryan errado. Tipo: " Seus irmãos morreram". "Qual deles?" "Todos". O moleque começa a chorar. "Onde?" " No campo de batalha" "impossível, eles estão na escola" Ou qualquer coisa que o valha. Ouvi sem legenda - não posso pagar aula de conversação no momento, então, às vezes ouço filme com legenda em inglês, outras sem legenda (tente fazer isso em casa. Mais barato que pagar aula de inglês!!!!)




Vale a pena ver de novo... Não são exatamente sessão da tarde, é meio late night na tv a cabo. Mas não dá pra desprezar, de jeito nenhum!

Um abraço e até a próxima postagem,

-e-

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