quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal (?!)

Existem duas teorias para a instuição da data do Natal em 25 de dezembro. A primeira, mais conhecida, é a que se 'aproveitou' o festival pagão do Nascimento do Sol Invicto (Solstício de Inverno/Verão), criado em 276 dC, para cristianizar o mundo da época, transformando o "cristianismo apostólico puro no catolicismo romano" (isso, no sécul IV). A segunda teoria, mais complexa, envolve cálculos matemáticos envolvendo a Páscoa de Jesus Cristo,  contagem dos meses (12 meses de 30 dias e um 13º mês de tempos em tempos) que conduz à data provável da Anunciação, e, a partir daí, a data do Nascimento, que fica entre 25 de dezembro a 6 de janeiro (dia de Reis). Ou seja, errado ou certo, a data é mais ou menos essa. para mais informações, consulte o link da Igreja Ortodoxa Grega, que se deu ao trabalho de fazer as contas.
O que deveria ser o foco do Natal virou periferia. Existiu um homem, que ajudava as pessoas, que acabou encrencado. São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira na Turquia, no século IV, costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro. Agora, o pobre bispo, ao invés de uma roupa preta com botões roxos (acho que é assim), usa vermelho com branco, mora no Pólo Norte, chama Noel, é casado (a mulher também chama Noel - ???), divide a casa com elfos, seu carro é movido a renas, uma delas vive gripada, com o nariz vermelho, faz brinquedos e tem que vigiar o comportamento das crianças. E estrelar propagandas da Coca-cola, ao lado de ursos. E ser fotografado em cartões de natal. E não recebe direitos de imagem por isso, nem por decorações de shopping, nem dos inúmeros sósias, nem das fantasias... não há copright.
Ontem, me peguei pensando numa coisa. O que é desejar Feliz Natal para uma pessoa? É dizer para ela: "que Jesus Cristo renasça em seu coração, renovando sua vida, tornando possível o recomeço, trazendo a simplicidade - como no presépio - a humildade - como aquele que se entrega à vontade de Deus - e que em todos os seus dias você possa ser uma pessoa de Boa Vontade, instrumento de Paz, glorificando a Deus com sua vida"? Ou desejar Feliz Natal significa desejar que você ganhe bons presentes, que sua ceia tenha comidas boas, que você se divirta com seus amigos, que apareça uma balada boa pra depois da reunião de família e que você se divirta demais? Ou melhor, é preferível desejar "Boas Festas", porque desjar Feliz Natal é meio brega, e é 'mais legal' emendar o feriado todo e encher a cara com a galera, porque feriadão e recesso só serve pra isso mesmo?
Muitos se preocupam com árvore de Natal, poucos com presépio. antigamente, até presépio de papel (papelão) pra montar havia - bem acesssível - hoje vejo presépios lindos, de peças, e caros. Árvore de Natal, pisca-pisca... em qualquer '1,99' acha-se para comprar. Houve um tempo que se podia ir à Missa do Galo, que terminava à meia-noite. Hoje, os padres são obrigados a acabarem mais cedo, devido ao grande número de assaltos ocorridos na saída das igrejas.
Por mais 'brega' que possa parecer, tenho dois presépios em casa: um pequenininho, como se fosse um porta-joias, que fica aberto o ano todo. Tenho um um pouco maior. Tem vaca, cordeiro, reis magos, pastor, anjo, além, é claro, de Maria, José e Jesus (dããã!). É como se fosse um filme, mas tem um só quadro. É um dos momentos da fé: " Deus enviou o seu Filho amado" - como Homem, não como um E.T. Nasceu, como eu nasci. Não vou ser hipócrita. Tenho árvore de Natal e três "papai Noel" em casa: um em cima da geladeira (fazendo companhia pro Pinguim) e uma dupla daqueles assaltantes (dos que ficam na escada. Sabe? Pra mim, parece que estão entrando na janela da casa pra assaltar) pendurados no registro do banheiro.
No mais... Quero desejar a você que Jesus Cristo renasça em seu coração, renovando sua vida, tornando possível o recomeço, trazendo a simplicidade - como no presépio - a humildade - como aquele que se entrega à vontade de Deus - e que em todos os seus dias você possa ser uma pessoa de Boa Vontade, instrumento de Paz, glorificando a Deus com sua vida.

Um beijo,

-e-

domingo, 22 de novembro de 2009

Parabéns!

Gostaria de fazer isso para todo mundo... Mas minha memória de peixe dourado não permite. Então, aí vai...



Feliz aniversário (atrasadíssimo)

Fernanda!!!!!


Tudibom procê!

Te amo, amiga!


Então tá, né?! Fazer o quê?

Se você pensa assim... Então tá, né? Fazer o quê?
Eu não posso fazer nada! Fica aí pensando o que você quiser.

Essa frase está na descrição de umas das (muitas) comunidades que participo no orkut. E como já descobri que mais alguns fiéis amigos estão me seguindo e que há algum tempo não posto, por motivos de extrema tristeza interna, resolvi postar uma música (a-rá! 'tava demorando!!!) que exprime bem o 'eu não posso fazer nada'. Ah! antes que eu me esqueça: essa música, por mais... comovente? reconquistadora de orgulho? que pareça, é sobre heroína (a droga, não alguma personagem que salva o mundo - dãããã!). Reza a lenda que um amigo do Bono usou tanta h. no seu aniversário de 21 anos que morreu. Em sua homenagem, o Bono escreveu a letra quando surgiu a melodia na gravação do álbum "The Unforgettable Fire"- o rosa escuro, com o castelo na frente. Todo show o Bono muda a letra, coloca trechos de outras músicas no meio. Eu tenho versões que duram quase 12 minutos. Vejam o vídeo. É sempre muito bom ver o Bono cantando (tá, meu blog é cheio de opiniões enviesadas!)

Um beijo e até a próxima (com um humor melhor)

-e-


BAD



Se você se virasse e mudasse de direção,
Se você conseguisse se dividir em dois novamente
Se eu conseguisse, eu definitivamente iria
Se eu pudesse, eu iria acabar,
Desistiria,
Abandonaria.

Se eu pudesse atirar esta vida sem vida ao vento,
Deixar este coração de barro,
Ver você indo embora
Pela noite
E sob a chuva.
À meia-luz
E por meio das chamas.

Se eu pudesse por mim mesmo
Libertar seu espírito,
Eu expulsaria seu coração,
Veria você se desintegrar
Face à luz e ao dia.

Para que pudesse acabar
E se dissolvesse.

Estou bem acordado.
Não estou dormindo.

Se você perguntasse.
Talvez lhe dissessem o que eu diria
Cores reais voam em azul e negro,
Céu luxurioso arroxeado e bandeira flamejante.
Cores se chocam, colidem em olhos congestos.

Se eu conseguisse, você sabe que eu faria,
Se eu conseguisse, eu abandonaria
Esse desespero,
Descontinuidade
Separação
Condenação
Revelação
Na tentação
Isolamento
Desolação.

Acabar e dissolver.

Estou bem acordado.
Não estou dormindo.


terça-feira, 10 de novembro de 2009

Alejandro Sanz!!!!

Caros cinco seguidores...
Hoje saiu o novo CD do Alejandro Sanz! Três anos desde o último!!! só consegui ouvir uma música, um dueto, acho que com a Alícia Keys... Haz clic na figura do gatinho, na barra do lado e entre no site (tô melhorando nesse negócio de blog!).
Depois falo mais desse amor pelo Alex (jeito carinhoso de chamar o Alejandro Sanz).
Ah! Sabia que o filé tem 41 aninhos? Quem sabe eu começo a me acostumar com os maiores de 35? hehehe!
Um beijo e até a próxima!

-e-

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

I will always love you

Um dos meus seriados antigos favoritos é Dawson's Creek. Há uma citação, da mãe do Dawson, quando ele está curtindo uma tremenda fossa, que é para isso mesmo que serve a música country: para nos consolar nesses momentos de sofrimento.

A nova queridinha da country music é Taylor Swift. A definição é não é minha, é da Wikipedia. Minha sobrinha escuta o Fearless o dia todo, e pra falar a verdade, gostei do que ela escreveu sobre ser destemido (fearless). Hoje em dia, a galera curte Faith Hill, Carrie Underwood, Keith Urban, Garth Brooks, Tim McGraw, Leann Rimes, Shania Twain, além da Taylor, claro. Há também os antigos, Johnny Cash, Willie Nelson, Dolly Parton, ...

Toda essa volta tem uma razão. Sabe aquela música do filme "O Guarda Costas"? Que a Whitney Houston canta e a gente se derrete? "and I wil always love youuuuuuu... I will always love you...." e o Kevin Costner vai embora??? Não foi escrita pela Whitney, nem para o filme! Foi escrita pela Dolly Parton, em 1973, e gravada em 1974 (o ano das coisas boas!!!) - é uma música para os momentos de sofrimento!!! Descobri isso assistindo mais uma das minhas séries favoritas, Gilmore Girls (tal mãe, tal filha). História curta, não sei se você vai se emocionar como eu me emociono: a Rory se formou e está indo embora, pois arrumou emprego em outra cidade. Todo mundo da cidade está num bar que tem karaoke e a Lorelai (mãe dela), sobe ao palco para cantar I will alway love you - a letra tem tudo a ver. No comecinho, a Rory fala pra Lane que a versão é inspirada na versão da Dolly. Porém, quando a Lorelai termina o primeiro 'eu sempre vou te amar', entra no bar o ex-noivo dela. Daí em diante, a música muda de tom, todo mundo da cidade percebe que ele entrou, rola em sem-graça geral, ela e ele sabem que isso é verdade para ambos. E no fim da música ela falta correr do palco. O resto... assiste os últimos capítulos de Gilmore Girls!
Vai a letrinha da música!




Se eu ficasse, bem, eu apenas o atrapalharia.
Então, eu irei embora,
Mesmo sabendo que eu vou pensar em você
 Aonde quer que eu vá.
E eu sempre vou amar você.
Eu sempre amarei você.
Lembranças boas e ruins são tudo o que tenho,
E são tudo o que levo comigo.
Adeus, e por favor, não chore.
Porque ambos sabemos que não sou o que você precisa.
Mas sempre amarei você,
Eu sempre vou amá-lo.
E eu espero que a vida o trate bem,
E espero que você alcançe todos os seus sonhos.
E, de verdade, lhe desejo alegria e felicidade.
Mas, acima de tudo, eu lhe desejo o amor.
Eu o amo,
Eu sempre vou amá-lo.
Eu sempre, sempre vou amá-lo,
Eu sempre vou amá-lo, eu sempre vou amá-lo


Agora, o melhor...

O vídeo!!!



Aproveite uma coisa: se você não conhece... assista Gilmore Girls: diálogos curtos, muito de cultura pop, seriado inteligente mesmo.

see ya,

-e-



quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ah! os filmes...

Hmmm... sem desculpas. Estou oficialmente de férias há dois dias, mas não apareço no trabalho há uma semana. Abonos, folgas, trabalho dobrado em três fins de semana...Acabou valendo a pena. Estou fazendo minha atividade favorita: cultivando o ócio. Por dois dias, foi ócio produtivo: caligrafei convites de casamento (um dia, aprendo!). Mas depois...potato couch! Conhece a expressão? Sabe aquele típico habitante do hemisfério norte do nosso continente (não vou explicitar, espero que você tenha entendido), que passa a vida diante da televisão, comendo batata frita? Hã... culpada! Em minha defesa, rolou chili americano (ops!), sopa, cachorro quente (cada um em um dia!), batata frita, geléia de mocotó, biscoito com gergelim, kiwi, maçã (não vivo só de porqueira!), pão integral com peito de peru (viu?!) e... água! Estou bebendo uns 3 litros de água (será que estou com diabetes??? não vou fazer exame nenhum. Finalmente aprendi a beber água!) Bom, amanhã tenho consulta com a nutricionista e nem quero ver o estrago!!!!
Nesse meio tempo, óbvio, não fiquei só comendo (acredite). Re-assiti alguns filmes. Impressionante como alguns filmes conseguem resgatar as mesmas emoções de quando os vimos pela primeira vez. Uma cena que não esqueço é a que Jude Law aparece pela primeira vez em O amor não tira férias. Ele aparece na casa da irmã, que não está em casa, mas sim Amanda (assista o filme e poupe os meus dedos), ela abre a porta e tcharan! Duas outras marcam: quando ele segura no rosto dela e beija pra valer (uiu, uiu!) e quando ele coloca os óculos. Sério, eu não entendia o alvoroço em torno do carinha, nunca tinha assistido um filme com ele, até esse dia (tá, nunca assisti outro também). Depois, no mesmo filme, aquela história de pai viúvo... Não tem como não derreter o coração! Pra quem não lembra, olhe aí! Eu só queria ter achado a foto com óculos...




Outro filme tdb (tudibom) é Fim de Caso. Imagine alguém que está tão magoado que resolve escrever uma história de ódio e não de amor, como ele mesmo define no começo do livro. E imagine um autor católico colocar em um livro a biografia do seu adultério... foi o que Graham Greene fez. Para ele, é do pecado que surge a graça - foi batizado depois dos 20 anos. Uma frase marcante é: "Eu media o amor pela extensão do meu ciúme. Como ele era sem fim, meu amor era infinito também”. Frase pra se pensar, dentro do filme (e na vida, também), é essa: “Não faça promessas, você pode ter que cumprí-las”. Acho que o fim - não sei se condizente com o que aconteceu mesmo, ou se ele só conseguiu acabar o caso, deve ter sido difícil para o Graham escrever: "Ó meu Deus, já fizeste bastante, já me roubaste bastante, sinto-me por demais cansado e velho para aprender amar, deixa-me em paz para sempre."







Outro filme super-gracinha é Um Lugar Chamado Notting Hill. Tenho memórias ótimas ao assiti-lo - foi lançado em 1999, assim que eu voltei do intercâmbio de 4 semanas em Londres, que eu ganhei de presente de formatura. As casas geminadas são muito parecidas com a que eu morei, dá pra fechar os olhos e lembrar da posição da sala, da cozinha, dos quartos... ver as windows-bay e ver as ruas... Então, além da trilha sonora, eu relembro Londres, os cheiros e os gostos (passar na frente do Ritz pra ir pro pub!). Aquela frase na livraria que ela o desarma: "Não esqueça que eu sou apenas uma garota, parada na frente de um rapaz pedindo a ele que a ame". Sem contar que aquele finzinho, com o Hugh Grant lendo um livro no banco do parque com a Julia Roberts deitada no colo dele - a imagem da perfeição da vida a dois... Muito fofo!




Daí, num dia que não tinha absolutamente nenhuma reprise, nenhum seriado pra ver, eu já tinha visto The Vampire Diaries S1E6, Grey's Anatomy S6E7, lembrei dos meus DVD's. Tinha um fechado, ainda: "O Resgate do Soldado Ryan".  Uma vez ouvi que tem a maior sequência de guerra de todos os filmes. Aproveitei pra curtir o som do home theater. Fan-tás-ti-co! As ondas do mar arrebentando... os tiros de metralhadora! Muito bom! Curto demais a parte que eles acham o Ryan errado. Tipo: " Seus irmãos morreram". "Qual deles?" "Todos". O moleque começa a chorar. "Onde?" " No campo de batalha" "impossível, eles estão na escola" Ou qualquer coisa que o valha. Ouvi sem legenda - não posso pagar aula de conversação no momento, então, às vezes ouço filme com legenda em inglês, outras sem legenda (tente fazer isso em casa. Mais barato que pagar aula de inglês!!!!)




Vale a pena ver de novo... Não são exatamente sessão da tarde, é meio late night na tv a cabo. Mas não dá pra desprezar, de jeito nenhum!

Um abraço e até a próxima postagem,

-e-

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Uma faixa do meu lado B

Depois da overdose do fino do brega, fui lembrando de músicas que gosto, que nem sempre fazem a cabeça de outras pessoas. Pra começo, me amarro em Roupa Nova. Sim. Ir ao shopping em voltar com várias sacolas e de ouvir os caras. É só começar os acordes de Dona que eu aumento o som. E é assim com várias outras. Começo, meio e fim, sapato velho, coração pirata, anjo... Pra mim, sempre foi poesia pura!

Poesia me encanta. E letra de música pode ser pura poesia.Mas arte e vida são coisas muito diferentes. Como sempre, minhas opiniões são distorcidas e refletem  (óbvio) o que penso, então, lá vai. a maioria das músicas que embalaram as minhas fossas eram cantadas por homens. Eles sempre foram os sofredores. As mulheres sempre pensavam em seduzir ou em recomeçar.

Exemplos: Phil Collins
  •  Do you remember: Eu te amo mas não posso mais aguentar, há um olhar em seus olhos que não consigo descrever...
  •  Take a look at me now: Olhe para mim agora, há apenas um lugar vazio. E você voltar pra mim é       totalmente improvável, tenho que encarar este fato.
  •  Separate Lives: Talvez um dia eu possa olhar nos seu olhos, mas por agora, continuaremos vivendo vidas separadas
Meus queridos: U2
  •  With or without you: Não posso viver com ou sem você
  •  One: Você não me deu nada e agora isso é tudo o que tenho
  •  Crumbs from your table: Você fala sobre sinais e maravilhas, eu preciso de algo mais. Eu acreditaria se eu fosse capaz, mas estou esperando pelas migalhas da sua mesa.
 Paralamas do Sucesso:
  • Lanterna dos afogados: Eu tô na lanterna dos afogados, eu tô te esperando, vê se não vai demorar.
  • Cuide bem do seu amor:  Palavras duras em voz de veludo e tudo muda, adeus velho mundo - há um segundo tudo estava em paz.
  • Romance ideal: Não pedi que ela ficasse, ela sabe que na volta ainda vou estar aqui.
Titãs:
  • Porque eu sei que é amor: Porque eu sei que é amor, mesmo que você tenha que partir o amor não há de ir.
  • Pra você ficar: hoje eu não vou sair, hoje a dor não vai passar, hoje a chuva vai cair.
  • Antes de você: Não me lembro como eu era antes de você.

Perguntinha de português: Quem é o eu-lírico das frases acima????

Mais do mesmo

Depois do post passado, fiquei lembrando de outros clássicos do brega...

Essa é uma música bem escrita. Roberto e Erasmo, com música bem trabalhada... é dá pra sofrer com ela.. Aí vai: "Eu já nem me lembro quanto tempo faz, mas eu não me esqueço que te amei demais pois nem mesmo o tempo não consegui fazer esquecer você, não. Fomos tudo aquilo que se pode ser, meu amor foi mais do que pode crer e nem mesmo o tempo conseguiu fazer esquecer você". A música se chama Lembranças. E não adianta: outra que é de fossa pra mim ( e não adianta vir com a versão intelectualizada da Ana Carolina - Quem de nós dois) é A minha história, com o José Augusto. Fala sério... "porque eu conheço esse sorriso, meio sem juízo. Uma vez esse sorriso me abriu o paraíso. (...) Mas olha nos meus olhos quando eu digo 'será que a gente pode ser amigo?' Mas conviver sem ter engano? Por que um amigo eu perdoo, mas você, eu não...  (...) Apesar de tudo o que você me faz, eu não te esqueço e sem querer, te quero mais" ... Cara... dá pra se jogar da Torre!


Você se lembra do Ovelha? Sem você não viverei? Nesse clip, o Ovelha está cantando na festa do Márcio, do Trio Los Angeles. Aliás, e o Trio Los Angeles? Não te lembra nada? Um cara que dançava com duas garotas e só ele cantava? Então, vai aí um vídeozinho de uma medley pra você se lembrar...


Então, passando para músicas tristes... Barros de Alencar vai dar um fora na mulher e pede que ela não chore (?). Diz que é o último café juntos, a última vez que vão se ver e que quer guarda um sorriso como lembrança. E o papo: o amor tem que ser alimentado todos os dias com pequenas coisas... e o fundo da música é um coralzinho (claro!), a mulher chorando e o tilintar da xícara. E de repente, a mulher comça: eu te amo, eu te quero. E ele, sem a menor emoção: você se acostumou. Trouxa, ele tem outra. Se liga! Pra ter certeza, ouça: prometemos não chorar. A vingança é que na outra música, apenas três minutos, ele leva um fora 'felo'menal! Liga de um orelhão, fica três minutos (lembra da ficha de orelhão?) falando sem parar. a mulher não abre a boca. Quando ela se digna a responder, a ligação cai. E ele estava no orelhão. Hahaha! A coitadinha que levou o fora na primeira música foi vingada!


E voltando para loiros/as: como diria Chacrinha: Adrianaaaaaaaaaaa! O grudento Te amar é tão bom, tãão bom de I love you, baby. E a roupicha no Globo de Ouro ao vivo cantando pra sempre vou te amar.  Menos loiro, mas grudento na música: Markinhos Moura - Meu Mel.


É... a lista é grande. Mas são boas lembranças. Divirtam-se


-e-

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Vamos falar de brega?

Então. Diz-se que música brega é igual a mortadela: todo mundo gosta, mas ninguém tem coragem de admitir. Tenho em casa algumas pérolas do brega, músicas que levantam o humor em qualquer horário. Algumas são trágicas ao extremo, outras são melosérrimas. Todas têm em comum (ainda não me adaptei à reforma ortográfica) imagens batidas, coraizinhos enjoativos, letras 'inacreditáveis' - daquelas que você lê e fala em voz alta: FALA SÉRIO! Escolhi algumas preciosidades, que vou postar o link para o devido clip no youtube, com alguns comentários (ácidos, né?) quando pertinente. Depois eu retorno a esse tópico tão delicioso quanto falar mal da vida alheia.

Existe alguém que se reinventou do brega: Sidney Magal. Saiu do brega e está de volta, repaginado, com clip na MTV, celebrado por Pedra Letícia, tocado em festas e tudo mais. Claro que, não com a mesma forma. Então, só pra mostrar a evolução, dedique um tempo a mais no clip de TENHO, que vem com a versão antes (70s) e depois (atual), pra considerar como o tempo pode ser algo muito bom (viva Johnnie Walker Black Label!)
(para ver o clip, click no verde limão, cor clássica da época!)

Comecemos com a Rosana. Ela não é mais brega que ninguém nessa lista (lembre-se, minha opinião). Mas, Amor e o poder foi um clássico. E o clip, mais ainda. Observe: "aqui nesse lugar, não há rainha ou rei. Há uma mulher e um homem trocando sonhos fora da lei". Imagine sua professora de português colocando esta frase e pedindo para discorrer sobre o assunto? Boa sorte!!!! O 'legal' do clip é a alternância de branco e preto nas roupas, a mãozinha na frente do rosto toda hora, os closes de rosto - e aí, os detalhes: o franjão (que era moda!) e a sobrancelha grossa (de novo, moda), o bustiê de lamê (se não sabe o que é, assista, que você vai descobrir) e os modelitos. Sim, e as unhas - longuérrimas e... redondas!!!! E o pior... tem gente que não saiu dessa época ainda!


Continuando nas mulheres, há outra sobrevivente... Gretchen. Embora ela não cante nada (não achei letras pra postar), ela tem estado nas paradas - e nos programas televisivos. Nesta medley, ela está com muita roupa, e canta seus maiores sucessos, no programa do Sérgio Mallandro.


 Jane e Herondy eram vistos como um casal de ouro nos anos 70 e gravaram mais de 50 discos, segundo a Wikipedia. Ficaram casados por 33 anos.Cantar  Não se vá não adiantou muito - agora estão separados, embora continuem amigos. Têm uma filha que em breve estará cantando.


O clip sempre ajuda na divulgação de uma música. Veja esse, por exemplo: Bilú Tetéia. Olha como o cabelo do Márcio Ívens arrasa! O terno! E como a corda do microfone (aliás, o microfone fininho!) dão um charme à música!!!! Aliás, você já conhecia o Márcio Ívens antes disso? Mas talvez até já tivesse ouvido Bilú Tetéia (com o Sérgio Mallandro????)


Você já ouviu falar em toca-fitas? Bom, antes do CD, havia um dispositivo, pré-histórico para se gravar músicas chamado fita K-7, que eram ouvidas em toca-fitas. E esse cara, o Bartô Galeno, esstava numa tremenda dor de cotovelo, dirigindo, fumando, ouvindo música, abrindo o porta luva e mexendo em lencinho sujo (eca) e ... é essa a letra da música. O nome do sucesso? No toca fitas do meu carro. Veja com carinho a gola e os punhos da blusa sobre o blazer. E, claro, a combinação verde e azul.


Ficou com fome? Experimente ouvir Farofa fa fa. E a capa do disco vale mais do que mil palavras!


E agora.... O homem, o mito, a lenda! Sidney Magal!!!!!!
Não vou postar Sandra Rosa Madalena. Muito melhor o drama: Se te agarro com outro te mato - te mando algumas flores e depois escapo! Esse clip é ótimo! Não há tristeza que resista!!!! Outro que vale a pena é Tenho. Prestenção: Tenho um mundo que é cor-de-rosa, de coisas maravilhosas que tanto sonhavas ter... E tem uma parte que ele solta um FILIZES. E nas duas versões... O bom é esperar aparecer! E para fechar... O meu sangue ferve por você! Esse clip está meio em clima de filme noir, mas o refrão é impagável. Merece qualquer festa que você está um pouquinho acima do limite permitido pelo Detran!



'Toda minha vida, eu te procurei
Hoje, sou feliz, com você que é tudo que sonhei.
Oh, eu te amo,
Oh, eu te amo, meu amor
Oh, eu te amo. 
E o meu sangue ferve por você!

Oooohhhh!


Um abraço,


-e-

Para o Pequeno Príncipe (ou sobre como as chantagens emocionais entram no inconsciente coletivo feminino)

Li esse texto da Fernanda Young, na revista Cláudia, há algum tempo. Quero deixá-lo para reflexão.
Leia sem pré-conceito.

Para o Pequeno Príncipe


     Nossa, há quanto tempo... Como vão as coisas no seu pequeno planeta? Aqui, no meu, andam imensamente estranhas – muito baobá para pouca flor, se é que você entende meus simbolismos.

Quem sempre fala de você é aquela ex-miss que vivia chorando por sua causa, lembra? Ela me contou da sua amizade com a Raposa.
Príncipe, como você é meu amigo de infância, não posso deixar de alertá-lo. Cuidado com a Raposa. Ela parece uma coisa, mas é outra. Faz-se de fofa e é uma cobra, uma chantagista.
Quando a conheci, ela disse que não podia conversar comigo, pois não sabia quem eu era. “A gente só conhece bem as coisas que cativou”, ela falou, toda insinuante.
Respondi que, se nós duas nos cativássemos, ela ficaria triste quando eu fosse embora. Foi quando saquei que ela queria ter um cacho comigo, pois a Raposa pegou no meu cabelo – eu estava loira na época – e disse que tudo bem, porque ela olharia os campos de trigo e se lembraria de mim.
Marcamos um encontro para o dia seguinte, às 4. E ela me pediu para chegar às 4 em ponto, dessa forma ela ficaria feliz desde as 3 somente por esperar o momento do nosso encontro. Achei estranho, mas pensei que fosse charme. Não era.
Cheguei 15 minutos atrasada e a Raposa surtou. Falou que nós somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. E perguntou para mim, olhando diretamente nos meus olhos, se eu tinha consciência de que “perder tempo” com o outro é o que faz essa história importante.
Percebeu o tom de chantagem? Ela joga na cara tudo o que faz em nome do outro. Ela deseja afeto, mas o quer como uma responsabilidade de mão única. Porém, também somos responsáveis quando nos deixamos cativar – relacionamentos são vias de mão dupla.
A Raposa exige a certeza de um compromisso com hora marcada, impondo regras à troca afetiva. As regras dela, claro, já que ela quer todo o afeto a favor de seu bem-estar. Chega a ponto de dizer que será feliz porque você virá. Como se a felicidade fosse algo condicionado ao outro, à espera do outro, ao encontro com o outro.
Veja que coisa infantil. São as crianças que precisam de horários certinhos e de associar suas emoções às pessoas com quem se relacionam. Sentindo prazer ou desprazer diante da ausência ou presença da mãe ou do pai ou de quem quer que seja. Na criança, ainda não há um universo interior, entendeu? Quando nós crescemos, temos de conseguir ver o mundo através das próprias perspectivas. Enxergar a beleza de um trigal sem nos lembrar de ninguém.
A Raposa, como uma criança assustada, quer que aqueles que a amam estejam com ela na hora em que ela deseja. Achando que eles são “responsáveis” pela felicidade dela. Ou seja, o outro lhe deve algo por tê-la cativado.
Desde esse dia, não falo mais com ela. E aconselho você a fazer o mesmo. Ela não é flor que se cheire.

Saudades distantes,


Fernanda Young



Fernanda Young é escritora, roteirista e apresentadora de TV

(Não consegui achar a edição da revista na qual saiu o texto. Fico devendo)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Convites de casamento diferentes.

Um dos meus melhores amigos (hmmm, meu melhor amigo) vai se casar em breve, e eu tenho palpitado um muito, para enlouquecimento dele. Pesquisando convites de casamento diferentes é que encontrei o blog 'não somos apenas rostinhos bonitos". A postagem me deixou rindo por dias. O link é esse: Convites de casamento bem diferentes

Pra quem faltou as aulas de inglês, vou colocar meus favoritos, com tradução:



Você infelizmente está convidado para o casamento do meu filho perfeito, o doutor, e uma vagabunda barata qualquer, cujo nome não me recordo no momento. O maior desastre na história da minha família acontecerá às 21h do sábado, 8 de setembro, e sem dúvida acabará em divórcio. Esperançosamente, ainda haverá tempo para se conseguir a anulação. A extremamente dolorosa e desapontante cerimônia será seguida por jantar, onde serão servidas nozes porque a talzinha é alérgica a essas.




Precisa espalhar que é noite de estréia? Alguém acredita???




Esse é fera! É o Caixão... Será que é porque a liberdade morre???



Alguém já brincou de 'jogo do copo que anda'? Essa é a versão americana. E o convite se chama: Até que a morte nos separe...

Agora, o melhor... o bolo!






















Gostou? Noiva sanguinária, noivos bêbados, noiva carregando noivo bêbado, noivo fugindo, convidados que vão literalmente comer a noiva, bolo de sushi, bolo playstation...


Não é por falta de sugestão que o seu casamento não vai sair!!!

A estranha arte de namorar (e manter o namorado!!!)

   Há 16 anos, vesti branco pela 1ª vez no curso de medicina. Fomos ao HFA (Hospital das Forças Armadas) para acompanhar alguns exames de pneumologia. Foi o dia que comecei um namoro que durou quase um ano. Com altos e baixos, que passou pelo início da fase de hospital dele, pela morte do meu avô,  mas que não durou muito além disso. Antes do dia dos namorados já havia tido uma crise - engraçado, nem me lembro mais porquê. Mas me lembro de uma música que tocava no dia em que começamos a namorar. É do 10 CC e se chama "I'm not in love": Não estou apaixonada, então não se esqueça que esta é apenas uma fase boba que estou passando. E só porque eu te liguei, não me leve a mal, não pense que você me conquistou. O fim foi tão fim, que no dia que terminamos - que era uma tarde de folga, dia que eu ia para a biblioteca fazer tarefas - encontrei uma amiga, que perguntou como tinha sido o almoço. Respondi que tinha sido normal e que no fim eu e o dito havíamos terminado. Ela arregalou os olhos e perguntou se eu queria conversar, se eu estava bem. Falei que, na verdade, estava era com a matéria de patologia atrasada, abri o livro e comecei a estudar.

   Essa era a eu antiga. No começo, sempre era a paixão. No fim, o tédio. Alguém muito infantil. Com o tempo, amadureci. E agora... Nada. Nothing.
   Há algum tempo, tive um namoro que foi o ápice da paixão, mas que eu conscientemente não amava. Nem por isso, deixei de sentir muito o fim. Como sentir tanto por algo que se sabia que não era real? Simples: eu sempre quis me convencer que era real.

  Ah! Achou que hoje só ia haver um trechinho de música? Enganei você! Encontrei essa música ontem. Essa música é meio parecida com umas coisas que eu vivi. Acho que por isso ela me chamou tanto a atenção. Leia
primeiro mais uma macarronagem de Ester e depois eu conto os detalhes.


Look for the woman


Procurando a mulher


Hoje há um peso sobre mim, 
Algo que preciso dizer:
Amo-a demais para deixá-la, mas não gosto de você o suficiente para ficar.

Minha cabeça está uma bagunça
E estou estressado,
Mas penso que isso é apenas um teste na busca pela felicidade
E que o resto da bagunça é algo a que devo me adaptar,
Apesar de estar de "saco cheio".

E não quero parecer tão maldoso
Só estou tentanto olhar para mim mesmo enquanto escrevo minhas emoções.
À noite, todas as coisas que evito acabam por se manisfestar
E o triste fato é que me cansei de você.

O amor é uma coisa estranha, não é?
Não há como explicá-lo.
Mas juro que assim como existe a dor de também existir a alegria
Mas nós mantemos um nível de lugar comum que tem me entorpercido.

Sempre me pergunto se eu sentiria a sua falta e se teria a necessidade de beijá-la,
Se isso machucaria este coração que agora se sente sem uso,
E se tal problema seria grande o bastante para ser ignorado
Caso eu abandonasse você.

O mais provável é que eu desmorone e que meu coração convulsione
E meu peito se magoe no instante que eu me afastar.
Quero voltar ao começo,
Mas, novamente, talvez eu apenas me sinta como novo
Talvez queira colocar minha vida nos eixos
E começar a focar meu ataque em todas as coisas que faltam na minha vida,
E recuperar com todas as forças minha paixão
Ao invés de viver como um mercenário:
meio comprometido, meio livre.
Não tenho nada a perder.

Hoje há um peso sobre mim,
Algo que preciso dizer:
Amo-a demais para deixá-la, mas não gosto de você o suficiente para ficar.

Acho que ultimamente tive tempo suficiente para pensar e, sim, bebi, pra caramba.
Quando papel e caneta se encontram,
Pensar demais é o que vai discretamente rachando minha armadura.
É proposital.
E porque sempre eu fui assim, sempre questionador de cada dia e de cada súplica feita,
Talvez descansar minha cabeça ocupada me prove, ao achar os problemas e as razões,
Que tudo pode não ser verdadeiro.

Entenda, nós nos conhecemos muito jovens,
Antes que nossas verdadeirs vidas começassem.
As flores não crescem como uma só,
Cada uma encontra seu próprio caminho em direção ao sol.
E foi exatamente assim conosco.
Nós crescemos separadamente.
E por muitas razões isso tem sido um problema no momento,
E essa compreensão... Eu gostaria que eu pudesse evitá-la.
Mas eu cheguei à conclusão que o amor é tudo o que temos em comum,
E lá no fundo você sabe que é verdade.

Então, certamente você sabe que ainda estou apaixonado por você
O que significa que há algo que podemos fazer...
Para ajudar-nos a buscar um novo posto de vista em como este distanciamento entre nós cresceu

De modo que hoje existe um peso sobre mim
E eu odeio ter que partir.
Mas não acredito em destino e a situação entre nós dois não é tão maravilhosa como você pode ver.
Então, continuarei tentando compreender.

Hoje existe um peso sobre mim,
Algo que preciso dizer;
Amo-a a demais pra deixá-la, mas não gosto de você o suficiente para ficar.


Agora, vem a melhor parte. Você acha que essa música é de algum cantor antigo, romântico, flamenco, espanhol, erudito (tá, alguma velharia que eu escuto)???? Não!!! É de uma dupla de hip-hop (isso mesmo!) chamada dan le sac Vs Scroobius Pip. Os dois caras se chamam Daniel (Daniel Stephens e Daniel Peter Meads), são ingleses e combinam batidas eletrônicas com falas. O estilo deles varia, na verdade, entre Hip-Hop, Electro, Electronica, Pop e Drum & Bass.
Aí vai a foto dos 'gatinhos' - na ordem- e o link da música.







segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Venha me beijar, meu doce vampiro...

Queridas duas seguidoras...
    Andei ausente (dããã). Passei aperreios por causa do convênio do meu pai, que operou semana passada. Nem posto o nome para que não haja processo por difamação, calúnia ou outras cositas más... Como disse, papi operou semana passada, e, claro, dei atenção a ele. Nas horas que tive entre um grito e outro de "enfermeira, o soro acabou" (falei, eu ia usar a temida frase!), eu comecei três livros: Diários do Vampiro - diariosdovampiro.com - Marcada e Traída (série A Casa da Noite) - http://www.casadanoitebr.com/.
    Diários do Vampiro (tradução tosca para The Vampire Diaries, na minha opinião) é anterior a Crepúsculo, então, nem adianta dizer que é inspirado, ou que é cópia. O vampiro é italiano, se alimenta de animais, se apaixona por uma humana, há um lance de ouvir pensamentos...  Mas eu não sugeri nada.
    A Casa da Noite é posterior, acho que é 2007. É meio confusa, mistura vampiro com morto-vivo com lenda dos índios americanos com amazonas com uma garota com um monte de namorados, com imprinting, com rastreador. Too much information, mas a título de diversão, é legal.

Falando em vampiro, semana que vem é o último capítulo dessa temporada de True Blood. Eu sei que muita gente acha o Bill meio velho, mas eu sou apaixonada nos olhos e no queixo dele. E na boca. Tá, até os caninos...hehehe.


     
     Eu nunca tinha reparado no nórdico vampiro Eric, até que um dia eu vi um calendário do True Blood no youtube. Ainda bem que eu não tenho dificuldade para mudar meus conceitos.




   Enfim, Edward Cullen me deu expectativas irreais a respeito dos homens. Mas ele é um pouquinho controlador... Ouve os pensamentos dos colegas da mulher amada, para vigiá-la. Limita o contato com alguns amigos. Leva e busca na escola, espera na porta da sala de aula, espia à distância. Pode parecer meio romântico no início, mas depois é meio controlador. A ponto de dar um Porsche para a irmã dele sequestrá-la enquanto ele viaja. Depois ele se redime, mas, ainda assim...Ainda suspiro por ele.

                                                  
   Esse aqui ainda não existe. É o Erick Night, o meu favorito de Marcada. Um blog de Portugal, fanmade, criou essa imagem de como ele seria. Concordo em gênero, número e grau. Aliás, o babado que rola é que o Tom Welling (o Superman de Smallville é quem vai representá-lo no cinema).

                                              

    Não postei o Stefan Salvatore da série Diários do Vampiro porque ele não tem nada a ver com o livro. O Stefan do livro tem os cabelos negros, ondulados, olhos verdes e uma boca de fazer você pensar nela à noite, segundo a Elena Gilbert. A foto da capa do livro é a mais próxima. Então, aí vai o meu preferido.




  Esta foi a minha semana. Também estou baixando os dois primeiros episódios de Grey's Anatomy - antes que venha outra gastrite por esperar até novembro.
  Resisti horrores para não postar nenhuma música. Assisti o 'melhor amigo da noiva', que reúne dois atores de Grey's (não percebeu, Quel? assiste de novo!!!), e ouvi uma música do Oasis que há muito não ouvia. Mas depois a gente fala sobre música. Deixa eu curtir um pouco mais dessas delícias (ah! adoro frango ao molho pardo!!! Sangue não será problema!) Já estou no livro 5 da série The Vampire Diaries, embora aqui só esteja no segundo livro. Se alguém quiser, eu conto a história.
Beijos e até a próxima segunda. Ou antes.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Só posto músicas???????

Não sei exatamente porque, lembrei-me desta música dos Beatles.
É o tipo de música triste, ainda que exista um fiapo de esperança na letra (tá, eu reli eclipse semana passada, estou lembrando da capa!).
Só quem já passou por um momento triste é capaz de chorar com a música.
 Coloquei o link de dois vídeos. Um, Beatles, 1970 - pré separação, cantando em estúdio. Paul, barbudão. Outro, Paul cantando em 2006 e engasgando na parte do 'that leads to your door'.
Vou colocar mais uma das minhas traduções macarrônicas.
Espero que alguém goste. Boa semana.


Só um adendo: Paul McCartney me sacaneia feio. Editei este post um monte de vezes. Na letra que eu tinha, a terceira stanza era: "Many times I've been alone, and many times I've cried. Anyway you've always known the many ways I've tried" - algo como 'de qualquer modo, você sempre soube as formas que eu tentei'. Então, estou eu blogando, ouvindo o cd e escuto: "anyway you'll never know the many ways I've tried" - que seria mais ou menos 'de qualquer forma, você nunca saberá as muitas maneiras que eu tentei'... Hããã... o oposto! Então, mudei a letra (já que era o que estava no cd). Vou assitir o vídeo no youtube (anos 70), e, com o Paul olhado para mim, o suficiente para leitura labial, o que ele canta???? ANYWAY YOU'VE ALWAYS KNOWN. Então, escolha sua dor de cotovelo. Seu desalmado sempre soube que você nutria sentimentos mas nunca conseguiu amar você de volta (you left me standing here a long, long time ago)? Escolha a opção do vídeo Barbudão. Se você é vítima de um amor platônico e todas as suas tentativas te levaram a um ponto que você espera que o ser amado um dia possa te amar de volta (don't keep me waiting here, lead me to your door), versão cd (Let it Be) pra você!!!   - em itálico, vai a versão do vídeo 1970.

The Long And Winding Road
The Beatles
The long and winding road
That leads to your door
Will never disappear
I've seen that road before
It always leads me here
Lead me to your door.
The wild and windy night
That the rain washed away
Has left a pool of tears
Crying for the day.
Why leave me standing here?
Let me know the way.
Many times I've been alone
And many times I've cried,
Anyway you'll never known  (anyway you've always known)
The many ways I've tried.
And still they lead me back
To the long, winding road
You left me standing here (waiting)
A long, long time ago
Don't leave (keep) me standing here
Lead me to your door.
But still they lead me back
To the long winding road
You left me standing here (waiting)
A long, long time ago
Don't keep (leave) me waiting here (standing)
Lead me to your door. (yeah yeah yeah yeah)
A estrada longa e sinuosa,
que conduz à sua porta,
nunca vai sumir.
Eu já vi aquela estrada antes.
Ela sempre me conduz até aqui.
Me conduza até a sua porta.
A noite selvagem e tempestuosa,
encharcada pela chuva,
deixou tantas lágrimas
que duraram por todo o dia.
Por que me deixar parado aqui?
Deixe-me conhecer o caminho
Por muitas vezes estive só
E por muitas vezes chorei
De qualquer forma, você nunca saberá  (de qualquer forma, você sempre  soube)
de todas as formas que tentei.
E estas ainda assim me conduzem de volta
À estrada longa e sinuosa.
Você me deixou parado aqui
Há muito, muito tempo atrás.
Não me deixe aqui parado.
Conduza-me à sua porta.
Mas ainda assim, minhas tentativas me conduziram
de volta à estrada longa e sinuosa.
Você me deixou aqui

Há muito, muito tempo atrás.
Não me deixe por muito tempo esperando.
Conduza-me à sua porta


2006:
http://www.youtube.com/watch?v=YfQXkrwnaUI

1970:
http://www.youtube.com/watch?v=Ults5C_j_AY

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Mudar pra quê?

Olhando o perfil do Orkut de uma amiga, encontrei essa música.
Uma gracinha.
Aí vai a letra e o link do youtube.
Beijos e boa semana.


Mudar pra quê?
Os Nonatos
Amar seus defeitos é minha virtude.
Eu mudo de casa, caso você mude.
Hímel não use sombra não coloque.
Seu rosto é perfeito, sem nenhum retoque.


Não mude de corte, nem pinte os cabelos.
Você faz moda, sem seguir modelos.
Aneís, pulseiras e brincos pra quê?
Você usa jóia, se a jóia é você.


Eu tenho medo de você mudar
E a outra pessoa não me apaixonar
Morro de medo de você mudar
E a outra pessoa não me apaixonar


Quem muda o caráter, muda a consciência.
É essencial manter a essência
Mesmo com arte, o artificial.
Não destroi o brilho, do que é natural.


Você tem algo, que só Deus explica.
Quanto mais simples, mais bonita fica.
Como foi ontem, que seja amanhã.

Eu nasci seu homem e vou morrer seu fã



http://www.youtube.com/watch?v=WSGNhqf2QVo

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Bad things

Essa é a música tema de True Blood. É o primeiro clip à sua direita.
Se você não conhece, clique e ouça um pouquinho. A música é uma delícia!!!


Bad Things  (Jace Everett)

I wanna do bad things with you.

When you came in, the air went out.
And every shadow filled up with doubt.
I don't know who you think you are,
But before the night is through,
I wanna do bad things with you.

I'm the kind to sit up in his room.
Heart sick an' eyes filled up with blue.
I don't know what you've done to me,
But I know this much is true:
I wanna do bad things with you.


When you came in the air went out.
And all those shadows there filled up with doubt.
I don't know who you think you are,
But before the night is through,
I wanna do bad things with you.
I wanna do real bad things with you.
Ow, ooh.


I don't know what you've done to me,
But I know this much is true:
I wanna do bad things with you.
I wanna do real bad things with you.

Vestidos

Caras amigas que têm pedido sugestões de vestido para casamentos e festas afins... Acabei de encontrar este site por acaso. Divirtam-se!
http://www.impressionbridal.com/index.php

Divagações e Impressões

Sempre fui aquele tipo de garota romântica, pensativa, que ficava horas com um livro, que desde cedo cultivou gosto por diários... daqueles com cadeadinho, que qualquer grampo abria.
O tempo passou, e a escrita evoluiu para cartas. Longas. Para amigas, afetos, namoradinhos. Mais tarde, só escrevi relatórios de faculdade e monografias. Depois, prontuários. Quando fui para a terapia, a psicóloga estimulou-me a voltar a escrever. Meu diário não passou de dez páginas. Tentei novamente, há cerca de seis meses, na tentativa vã de organizar meus pensamentos e sentimentos, escrever minhas divagações e minhas impressões a respeito das pessoas e dos acontecimentos; novamente falhei.
Resolvi, então, apelar para o blog. Aqui, tentarei reunir meus pensamentos, meus hobbies, coisas interessantes que acho na internet, ...
Espero encontrar outros divagadores como eu.