domingo, 22 de novembro de 2009

Parabéns!

Gostaria de fazer isso para todo mundo... Mas minha memória de peixe dourado não permite. Então, aí vai...



Feliz aniversário (atrasadíssimo)

Fernanda!!!!!


Tudibom procê!

Te amo, amiga!


Então tá, né?! Fazer o quê?

Se você pensa assim... Então tá, né? Fazer o quê?
Eu não posso fazer nada! Fica aí pensando o que você quiser.

Essa frase está na descrição de umas das (muitas) comunidades que participo no orkut. E como já descobri que mais alguns fiéis amigos estão me seguindo e que há algum tempo não posto, por motivos de extrema tristeza interna, resolvi postar uma música (a-rá! 'tava demorando!!!) que exprime bem o 'eu não posso fazer nada'. Ah! antes que eu me esqueça: essa música, por mais... comovente? reconquistadora de orgulho? que pareça, é sobre heroína (a droga, não alguma personagem que salva o mundo - dãããã!). Reza a lenda que um amigo do Bono usou tanta h. no seu aniversário de 21 anos que morreu. Em sua homenagem, o Bono escreveu a letra quando surgiu a melodia na gravação do álbum "The Unforgettable Fire"- o rosa escuro, com o castelo na frente. Todo show o Bono muda a letra, coloca trechos de outras músicas no meio. Eu tenho versões que duram quase 12 minutos. Vejam o vídeo. É sempre muito bom ver o Bono cantando (tá, meu blog é cheio de opiniões enviesadas!)

Um beijo e até a próxima (com um humor melhor)

-e-


BAD



Se você se virasse e mudasse de direção,
Se você conseguisse se dividir em dois novamente
Se eu conseguisse, eu definitivamente iria
Se eu pudesse, eu iria acabar,
Desistiria,
Abandonaria.

Se eu pudesse atirar esta vida sem vida ao vento,
Deixar este coração de barro,
Ver você indo embora
Pela noite
E sob a chuva.
À meia-luz
E por meio das chamas.

Se eu pudesse por mim mesmo
Libertar seu espírito,
Eu expulsaria seu coração,
Veria você se desintegrar
Face à luz e ao dia.

Para que pudesse acabar
E se dissolvesse.

Estou bem acordado.
Não estou dormindo.

Se você perguntasse.
Talvez lhe dissessem o que eu diria
Cores reais voam em azul e negro,
Céu luxurioso arroxeado e bandeira flamejante.
Cores se chocam, colidem em olhos congestos.

Se eu conseguisse, você sabe que eu faria,
Se eu conseguisse, eu abandonaria
Esse desespero,
Descontinuidade
Separação
Condenação
Revelação
Na tentação
Isolamento
Desolação.

Acabar e dissolver.

Estou bem acordado.
Não estou dormindo.


terça-feira, 10 de novembro de 2009

Alejandro Sanz!!!!

Caros cinco seguidores...
Hoje saiu o novo CD do Alejandro Sanz! Três anos desde o último!!! só consegui ouvir uma música, um dueto, acho que com a Alícia Keys... Haz clic na figura do gatinho, na barra do lado e entre no site (tô melhorando nesse negócio de blog!).
Depois falo mais desse amor pelo Alex (jeito carinhoso de chamar o Alejandro Sanz).
Ah! Sabia que o filé tem 41 aninhos? Quem sabe eu começo a me acostumar com os maiores de 35? hehehe!
Um beijo e até a próxima!

-e-

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

I will always love you

Um dos meus seriados antigos favoritos é Dawson's Creek. Há uma citação, da mãe do Dawson, quando ele está curtindo uma tremenda fossa, que é para isso mesmo que serve a música country: para nos consolar nesses momentos de sofrimento.

A nova queridinha da country music é Taylor Swift. A definição é não é minha, é da Wikipedia. Minha sobrinha escuta o Fearless o dia todo, e pra falar a verdade, gostei do que ela escreveu sobre ser destemido (fearless). Hoje em dia, a galera curte Faith Hill, Carrie Underwood, Keith Urban, Garth Brooks, Tim McGraw, Leann Rimes, Shania Twain, além da Taylor, claro. Há também os antigos, Johnny Cash, Willie Nelson, Dolly Parton, ...

Toda essa volta tem uma razão. Sabe aquela música do filme "O Guarda Costas"? Que a Whitney Houston canta e a gente se derrete? "and I wil always love youuuuuuu... I will always love you...." e o Kevin Costner vai embora??? Não foi escrita pela Whitney, nem para o filme! Foi escrita pela Dolly Parton, em 1973, e gravada em 1974 (o ano das coisas boas!!!) - é uma música para os momentos de sofrimento!!! Descobri isso assistindo mais uma das minhas séries favoritas, Gilmore Girls (tal mãe, tal filha). História curta, não sei se você vai se emocionar como eu me emociono: a Rory se formou e está indo embora, pois arrumou emprego em outra cidade. Todo mundo da cidade está num bar que tem karaoke e a Lorelai (mãe dela), sobe ao palco para cantar I will alway love you - a letra tem tudo a ver. No comecinho, a Rory fala pra Lane que a versão é inspirada na versão da Dolly. Porém, quando a Lorelai termina o primeiro 'eu sempre vou te amar', entra no bar o ex-noivo dela. Daí em diante, a música muda de tom, todo mundo da cidade percebe que ele entrou, rola em sem-graça geral, ela e ele sabem que isso é verdade para ambos. E no fim da música ela falta correr do palco. O resto... assiste os últimos capítulos de Gilmore Girls!
Vai a letrinha da música!




Se eu ficasse, bem, eu apenas o atrapalharia.
Então, eu irei embora,
Mesmo sabendo que eu vou pensar em você
 Aonde quer que eu vá.
E eu sempre vou amar você.
Eu sempre amarei você.
Lembranças boas e ruins são tudo o que tenho,
E são tudo o que levo comigo.
Adeus, e por favor, não chore.
Porque ambos sabemos que não sou o que você precisa.
Mas sempre amarei você,
Eu sempre vou amá-lo.
E eu espero que a vida o trate bem,
E espero que você alcançe todos os seus sonhos.
E, de verdade, lhe desejo alegria e felicidade.
Mas, acima de tudo, eu lhe desejo o amor.
Eu o amo,
Eu sempre vou amá-lo.
Eu sempre, sempre vou amá-lo,
Eu sempre vou amá-lo, eu sempre vou amá-lo


Agora, o melhor...

O vídeo!!!



Aproveite uma coisa: se você não conhece... assista Gilmore Girls: diálogos curtos, muito de cultura pop, seriado inteligente mesmo.

see ya,

-e-



quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ah! os filmes...

Hmmm... sem desculpas. Estou oficialmente de férias há dois dias, mas não apareço no trabalho há uma semana. Abonos, folgas, trabalho dobrado em três fins de semana...Acabou valendo a pena. Estou fazendo minha atividade favorita: cultivando o ócio. Por dois dias, foi ócio produtivo: caligrafei convites de casamento (um dia, aprendo!). Mas depois...potato couch! Conhece a expressão? Sabe aquele típico habitante do hemisfério norte do nosso continente (não vou explicitar, espero que você tenha entendido), que passa a vida diante da televisão, comendo batata frita? Hã... culpada! Em minha defesa, rolou chili americano (ops!), sopa, cachorro quente (cada um em um dia!), batata frita, geléia de mocotó, biscoito com gergelim, kiwi, maçã (não vivo só de porqueira!), pão integral com peito de peru (viu?!) e... água! Estou bebendo uns 3 litros de água (será que estou com diabetes??? não vou fazer exame nenhum. Finalmente aprendi a beber água!) Bom, amanhã tenho consulta com a nutricionista e nem quero ver o estrago!!!!
Nesse meio tempo, óbvio, não fiquei só comendo (acredite). Re-assiti alguns filmes. Impressionante como alguns filmes conseguem resgatar as mesmas emoções de quando os vimos pela primeira vez. Uma cena que não esqueço é a que Jude Law aparece pela primeira vez em O amor não tira férias. Ele aparece na casa da irmã, que não está em casa, mas sim Amanda (assista o filme e poupe os meus dedos), ela abre a porta e tcharan! Duas outras marcam: quando ele segura no rosto dela e beija pra valer (uiu, uiu!) e quando ele coloca os óculos. Sério, eu não entendia o alvoroço em torno do carinha, nunca tinha assistido um filme com ele, até esse dia (tá, nunca assisti outro também). Depois, no mesmo filme, aquela história de pai viúvo... Não tem como não derreter o coração! Pra quem não lembra, olhe aí! Eu só queria ter achado a foto com óculos...




Outro filme tdb (tudibom) é Fim de Caso. Imagine alguém que está tão magoado que resolve escrever uma história de ódio e não de amor, como ele mesmo define no começo do livro. E imagine um autor católico colocar em um livro a biografia do seu adultério... foi o que Graham Greene fez. Para ele, é do pecado que surge a graça - foi batizado depois dos 20 anos. Uma frase marcante é: "Eu media o amor pela extensão do meu ciúme. Como ele era sem fim, meu amor era infinito também”. Frase pra se pensar, dentro do filme (e na vida, também), é essa: “Não faça promessas, você pode ter que cumprí-las”. Acho que o fim - não sei se condizente com o que aconteceu mesmo, ou se ele só conseguiu acabar o caso, deve ter sido difícil para o Graham escrever: "Ó meu Deus, já fizeste bastante, já me roubaste bastante, sinto-me por demais cansado e velho para aprender amar, deixa-me em paz para sempre."







Outro filme super-gracinha é Um Lugar Chamado Notting Hill. Tenho memórias ótimas ao assiti-lo - foi lançado em 1999, assim que eu voltei do intercâmbio de 4 semanas em Londres, que eu ganhei de presente de formatura. As casas geminadas são muito parecidas com a que eu morei, dá pra fechar os olhos e lembrar da posição da sala, da cozinha, dos quartos... ver as windows-bay e ver as ruas... Então, além da trilha sonora, eu relembro Londres, os cheiros e os gostos (passar na frente do Ritz pra ir pro pub!). Aquela frase na livraria que ela o desarma: "Não esqueça que eu sou apenas uma garota, parada na frente de um rapaz pedindo a ele que a ame". Sem contar que aquele finzinho, com o Hugh Grant lendo um livro no banco do parque com a Julia Roberts deitada no colo dele - a imagem da perfeição da vida a dois... Muito fofo!




Daí, num dia que não tinha absolutamente nenhuma reprise, nenhum seriado pra ver, eu já tinha visto The Vampire Diaries S1E6, Grey's Anatomy S6E7, lembrei dos meus DVD's. Tinha um fechado, ainda: "O Resgate do Soldado Ryan".  Uma vez ouvi que tem a maior sequência de guerra de todos os filmes. Aproveitei pra curtir o som do home theater. Fan-tás-ti-co! As ondas do mar arrebentando... os tiros de metralhadora! Muito bom! Curto demais a parte que eles acham o Ryan errado. Tipo: " Seus irmãos morreram". "Qual deles?" "Todos". O moleque começa a chorar. "Onde?" " No campo de batalha" "impossível, eles estão na escola" Ou qualquer coisa que o valha. Ouvi sem legenda - não posso pagar aula de conversação no momento, então, às vezes ouço filme com legenda em inglês, outras sem legenda (tente fazer isso em casa. Mais barato que pagar aula de inglês!!!!)




Vale a pena ver de novo... Não são exatamente sessão da tarde, é meio late night na tv a cabo. Mas não dá pra desprezar, de jeito nenhum!

Um abraço e até a próxima postagem,

-e-